terça-feira, 20 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
Um filme em Galamares, nos anos 40
Abaixo, e em 3 partes, num total de 25m, o filme "A Ameaça", rodado em Galamares em 1940. No início da 2ª parte, pode reconhecer-se o actual Arraçário, a Ponte Redonda (muito mais frondosa) e várias casas de Galamares, do tempo em que tinha sete pensões.
Filme realizado
pelo médico João Maria Damasceno R. Bordallo-Pinheiro, bisneto do
Rei D. Luís e da actriz Rosa Damasceno e sobrinho-neto do
pintor Columbano e do caricaturista republicano Raphael
Bordallo-Pinheiro. A película conta também com a participação do sogro, o
Engº Mário Pedro de Alcântara Vieira de Sá, bisneto do Rei D. Pedro IV
de Portugal (D. Pedro I, libertador e 1º Imperador do Brasil).
Performance da Oficina de Teatro da Alagamares
Teve lugar no domingo 18 de Março no Espaço 2M dos Tapafuros, no Centro Comercial da Bela Vista (Mem Martins) a apresentação da récita final do curso/oficina de teatro de 2012 da Alagamares, já na sua 5ª edição, com a performance "um dia ainda morro (de sede) nas margens da poesia", encenado por Rui Mário e com a participação da classe de 2012: André Beja, Carolina Justino, David Pereira, Madalena Silva, Mónica Franco, Patrícia Branco, Patrícia Deus, Sofia Pena e Tatiana Gomes. Algumas fotos:
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domingo, 4 de março de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Lançamento literário da Alagamares
No início de uma semana que culminará com a festa do 7º aniversário, no dia 9 de Março, a Alagamares promoveu no café Saudade, dia 5 de Março o lançamento em Sintra do último romance de Sérgio Luís Carvalho, "O Segredo de Barcarrota", com apresentação de Miguel Real, e a presença do autor.
Sérgio Luís Carvalho licenciou-se em História (1981) e é mestre em História Medieval (1988).Foi Director Científico do Museu do Pão.
Publicou os romances “Anno Domini 1348”
(Edição C. M. S., 1990; Prémio Literário Ferreira de Castro 1989;
finalista do Prémio Jean Monnet de Literatura Europeia, Cognac 2004 e
finalista do Prémio Amphi de literatura Europeia Lille 2005), “As Horas de Monsaraz” (Campo das Letras, 1997), “El-Rei-Pastor” (Campo das Letras, 2000), “Os Rios da Babilónia” (Campo das Letras, 2003), “Retrato de S. Jerónimo no seu Estúdio” (Campo das Letras, 2006), entre outros, sendo a sua obra mais recente “O Destino do Capitão Blanc”(Planeta,2009,
Alguns
dos seus romances estão traduzidos e publicados em França e Espanha. É
ainda autor de vários livros de investigação histórica e literatura
juvenil.Entrevista para o site da Alagamares-Associação Cultural em:
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Visita ao Museu do Fado
Dentro do espírito de conhecer locais e instituições dedicados à Cultura, a Alagamares promoveu no dia 12 de Fevereiro uma visita ao Museu do Fado, onde no final, houve ocasião de escutar algumas interpretações na voz de Maria Amélia Proença
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
7º Aniversário da Alagamares
9 de Março, a partir das 20h, no Ginásio do Sintrense, na Estefânea, em Sintra,festa de aniversário da associação, durante a qual se homenagearão
algumas figuras da vida cultural e cívica sintrense. Com música, poesia e
participações várias e serviço de bar. ENTRADA LIVRE.
Para já a
revelação de três nomes da Cultura e Cidadania que iremos homenagear, a
saber:
CATEGORIA ARTES PERFORMATIVAS
FILOMENA OLIVEIRA
Filomena Oliveira é
autora de Tomai lá do O’Neill (C. Teatro de Sintra, 1999;
Teatro Auditório de Benfica, 2008) e da adaptação dramatúrgica de
A Relíquia, de Eça de Queirós, levada a cena no Teatro Ibérico,
em 2010, encenada pelo brasileiro Onivaldo Dutra, e, com Carlos
Carvalheiro, da adaptação dramatúrgica, sob o título "Viriato", de
A Voz dos Deuses, de João Aguiar (Castelo de Almourol, 2000,
Companhia de Teatro Fatias de Cá, Tomar). É ainda autora da tradução
e da versão dramatúrgica de O Alquimista
de Ben Jonson (Quinta da Regaleira,
2005, Teatro Tapafuros).
Foi professora na Escola Superior de Educação de Coimbra, entre 2000 e 2005, na licenciatura de Teatro, trabalhando com Manuel Guerra e António Mercado. Em Coimbra, orientou ainda ateliers de teatro na Oficina Municipal de Teatro, tendo encenado dois espectáculos da sua autoria para a infância e juventude: O Labirinto e o Minotauro e Ítaca.
Concebeu e orientou o Programa de Expressão Dramática para o Curso de Professores do Instituto Pedagógico da cidade da Praia em Cabo-Verde (2004).
Apresentou comunicações nos Encontros de Teatro Ibérico, realizados no Teatro Garcia de Resende em Évora, entre 2003 e 2008, no âmbito do Fórum Teatral Ibérico, tendo sido formadora na Escola Superior de Teatro e Dança de Badajoz.
Em 2008 adaptou e encenou para o CENDREV, de Évora, o romance Memórias de Branca Dias, de Miguel Real, representado por Rosário Gonzaga, em digressão por todo o país. Em conjunto com Miguel Real é autora de:
Foi professora na Escola Superior de Educação de Coimbra, entre 2000 e 2005, na licenciatura de Teatro, trabalhando com Manuel Guerra e António Mercado. Em Coimbra, orientou ainda ateliers de teatro na Oficina Municipal de Teatro, tendo encenado dois espectáculos da sua autoria para a infância e juventude: O Labirinto e o Minotauro e Ítaca.
Concebeu e orientou o Programa de Expressão Dramática para o Curso de Professores do Instituto Pedagógico da cidade da Praia em Cabo-Verde (2004).
Apresentou comunicações nos Encontros de Teatro Ibérico, realizados no Teatro Garcia de Resende em Évora, entre 2003 e 2008, no âmbito do Fórum Teatral Ibérico, tendo sido formadora na Escola Superior de Teatro e Dança de Badajoz.
Em 2008 adaptou e encenou para o CENDREV, de Évora, o romance Memórias de Branca Dias, de Miguel Real, representado por Rosário Gonzaga, em digressão por todo o país. Em conjunto com Miguel Real é autora de:
- Adaptação
dramatúrgica de Memorial do Convento,
de J. Saramago, encenação Joaquim Benite (Teatro da Trindade, 1999,
Companhias de Teatro de Almada e de Sintra,) e de uma versão para
cinco actores, encenação Filomena Oliveira no Palácio N. de Mafra, (TNDMII,
2007/08; Éter-Produção Cultural, 2010);
- Os Patriotas, peça de teatro sobre a Geração de 70 e o Ultimato de 1890, encenada por Filomena Oliveira (Quinta da Regaleira, Sintra, 2001);
- O Umbigo de Régio, espectáculo apoiado pelo Ministério da Cultura com encenação de Filomena Oliveira (Teatro da Trindade e Barraca, 2003);
- Liberdade, Liberdade!, espectáculo sobre os presos políticos no Estado Novo, apoiado pelo Ministério da Cultura, encenado por Filomena Oliveira, Sintra, 2004 e bar do Teatro da Trindade, 2006 (Teatro Tapafuros);
- 1755. O Grande Terramoto, encenação de Jorge Fraga (Teatro da Trindade, 2006);
- Vieira – O Céu na Terra, na comemoração do quarto centenário do nascimento de Padre A. Vieira, com produção do Teatro Nacional D. Maria II, encenação de Filomena Oliveira (Ruínas do Carmo, Lisboa, Verão de 2008); e Vieira – O Sonho do Império (Museu do Teatro, Lisboa, 2009/10, Éter-Produção Cultural);
- Adaptação dramatúrgica de Os Maias, de Eça de Queirós, encenação de Filomena Oliveira (Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra, 2010, Éter- Produção Cultural);
- Uma Família Portuguesa, Grande Prémio do Teatro da Sociedade Portuguesa de Autores/Teatro Aberto, levada à cena no Teatro Aberto, com encenação de Cristina Carvalhal (2010), espectáculo seleccionado para o Festival de Teatro de Almada e para um Festival de Teatro na Finlândia.
LOCALIZAÇÃO
Chegando a Sintra, de carro, deve estacionar ou junto ao Centro Cultural Olga Cadaval, ou na zona perto do jardim da Correnteza e andar uns 50m na R.Heliodoro Salgado (pedonal), onde a 10m da Pastelaria Tirol e do mesmo lado da rua há uma rampa de acesso ao antigo ginásio do Sport União Sintrense. Ver imagem abaixo, indicando o acesso com X.
Autocarros da Scotturb desde Cascais 403, Fontanelas 441, Oeiras 467. Horários em
Comboios- Estações da Portela de Sintra e Sintra (preferencial).Horários em
- Os Patriotas, peça de teatro sobre a Geração de 70 e o Ultimato de 1890, encenada por Filomena Oliveira (Quinta da Regaleira, Sintra, 2001);
- O Umbigo de Régio, espectáculo apoiado pelo Ministério da Cultura com encenação de Filomena Oliveira (Teatro da Trindade e Barraca, 2003);
- Liberdade, Liberdade!, espectáculo sobre os presos políticos no Estado Novo, apoiado pelo Ministério da Cultura, encenado por Filomena Oliveira, Sintra, 2004 e bar do Teatro da Trindade, 2006 (Teatro Tapafuros);
- 1755. O Grande Terramoto, encenação de Jorge Fraga (Teatro da Trindade, 2006);
- Vieira – O Céu na Terra, na comemoração do quarto centenário do nascimento de Padre A. Vieira, com produção do Teatro Nacional D. Maria II, encenação de Filomena Oliveira (Ruínas do Carmo, Lisboa, Verão de 2008); e Vieira – O Sonho do Império (Museu do Teatro, Lisboa, 2009/10, Éter-Produção Cultural);
- Adaptação dramatúrgica de Os Maias, de Eça de Queirós, encenação de Filomena Oliveira (Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra, 2010, Éter- Produção Cultural);
- Uma Família Portuguesa, Grande Prémio do Teatro da Sociedade Portuguesa de Autores/Teatro Aberto, levada à cena no Teatro Aberto, com encenação de Cristina Carvalhal (2010), espectáculo seleccionado para o Festival de Teatro de Almada e para um Festival de Teatro na Finlândia.
Em Janeiro de 2012, estreou o espectáculo NAVEGAR, CAMÕES, PESSOA E O V IMPÉRIO, escrita com Miguel Real, em cena no Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa, com música original de David Martins, pela ÉTER - Produção Cultural.
CATEGORIA CIDADANIA
FERNANDO SOUSA
Fernando
Sousa, natural de Sintra, onde nasceu em 1952, estudou Direito, é jornalista e
dramaturgo. Trabalhou nos jornais Tempo, Diário de Notícias e Público, e foi
correspondente e colaborador de noutros periódicos, nacionais e regionais. Foi
ainda crítico de teatro e de literatura. Na dramaturgia, o seu trabalho tem-se
centrado na temática da guerra colonial. Membro da Amnistia Internacional desde
1985, fundou em 1991 o Grupo 19, em Sintra, estrutura que coordenou duas
vezes e que desde então abraçou com determinação causas como Timor-Leste, nos anos
de 1990, e a libertação de inúmeros prisioneiros de consciência, incluindo
recentemente oito na Guiné Equatorial. Formou ainda ao longo das últimas décadas
milhares de estudantes do concelho na área dos Direitos Humanos. Nesta data é jornalista
freelancer e escritor, actividades que exerce a par ainda da colaboração com as
estruturas nacionais da Amnistia Internacional Portugal.
CATEGORIA LITERATURA
JORGE TELLES MENEZES
Poeta, tradutor, dramaturgo, cultor de spoken word.
Sintra estruturou a sua existência. O verdadeiro cosmopolita é o mais
puro defensor da tradição. Cresceu como ser humano quando traduziu
Martin Heidegger e William Faulkner. De poesia publicou os livros In einer Fremden Stadt e Selenographia in Cynthia. É contra a civilização do petróleo, só usa transportes públicos. Recentemente editou Novelos de Sintra, de que se disse “
Um homem, uma mulher, uma montanha, uma casa, todos os outros homens e
todas as outras casas, aldeias pequenas, médias e grandes e uma cidade.
Sem nomes, eles são arquétipos das relações entre os humanos e entre
estes e o património natural e construído. A meio do novelo, escapa
contudo um topónimo que lhe retira o carácter universalista, pois afinal
a utopia tem um nome – «Acordou no paraíso que o homem roubou para a
terra ao reino de Deus: a montanha de Sintra». Desdenhando da
necessidade de conceder verosimilhança à sua narrativa, o autor aproxima
a sua novela da tradição de realismo fantástico – e não pede sequer
permissão ao leitor para lançar para a cena personagens improváveis
vivendo situações impossíveis. Se quisermos aproximar a novela de Telles
de Menezes de um referente português, poderemos sem dúvida fazê-lo em
relação às novelas de José Saramago, que aspiram a afirmar-se, segundo o
Nobel luso, como «um espaço criativo onde devem estar o ensaio, o
drama, a filosofia, a ciência», oferecendo-se como «um depósito da
sabedoria humana»
Está presentemente empenhado na revista literária online Selene-Culturas de Sintra
Passando este ano 25 anos da morte de Zeca Afonso e 30 da de Adriano Correia de Oliveira, artistas vários farão uma homenagem musical, no contexto do Projecto Maiores que o Pensamento, plataforma de associações que por todo o país no ano de 2012 promoverá eventos e celebrações.
Alguns participantes já confirmados:
FRANCISCO NAIA E AMIGOS :PROJECTO RE-NASCER
FRANCISCO NAIA E AMIGOS :PROJECTO RE-NASCER
Francisco Naia, Voz
José Carita,Guitarra
RicardoFonseca,Guitarra e Viola Campaniça
Gil Pereira: Contrabaixo
Jorge Costa: Saxofone e Flauta Transversal
VÍTOR SARMENTO
Amante da música portuguesa desde que em 1973 começou a ouvir
e a cantarolar Sérgio Godinho e José Afonso.No final de 1974 colaborou
com o Grupo Cultural de Unidade Popular (GCUP). Em 1975, colaborou com
um grupo de jovens que percorriam algumas zonas do país a tocar e cantar
canções da Revolução.Entre 1997 e 1999, integrou o grupo Três de Abril;
No
ano 2000 ajudou a criar o grupo Erva de Cheiro.Foi o criador de vários
projectos musicais, destacando-se o projecto “30 anos-30 canções de
Abril” em 2004, o tributo a Adriano Correia de Oliveira “Cantaremos
Adriano” em 2007. Com o grupo Erva de Cheiro, o tributo a José Afonso “ Que viva o Zeca” em 2007 e no ano de 2009 com o projecto “ Das mais belas canções de Abril”.
Participou
na gravação de 3 CDs. Actualmente com 54 anos de idade, para além de
continuar a cantar a solo sempre que se proporciona, participa no
projecto musical “ Cantadores da Rusga”, composto por 4 elementos.
JORGE JORDAN
Jorge
Jordan nasceu em Lisboa e 10/06/56.Com 13 anos fez parte do Coro da
Escola Francisco de Arruda, tendo estado nessa qualidade na RTP, por
ocasião do dia de Portugal em 1969. Participou na Oficina de Samba da
comunidade Afro- Brasileira. Com Pedro Vallenstein compões as musicas
para as peças; Galieleu Galilei e
Ananuke, no Teatro S.Luiz e várias Escolas Secundárias, tendo também
participado como actor. Tem vários poemas musicados de Marquesa de
Alorna, Eugénio de Andrade, Francisco Vasconcelos
Nos
anos 74/76 colaborou com o Grupo de Acção Cultural (GAC). Em vários
momentos participou em várias sessões de canto livre a par de José
Jorge Letria, Afonso Dias, Francisco Fanhais, Vitorino, Samuel, Duarte,
Tino Flores. Em 2000 juntou-se ao Grupo Erva de Cheiro.Em 2004
participa no projecto “30 anos- 30 canções de Abril”.Em 2007 participa
na gravação do 2º CD do Erva de Cheiro “ Que viva o Zeca”, tendo
participado nos cerca de 20 espectáculos deste tributo.Também em 2007,
com outros músicos, participa no tributo a Adriano Coreia de Oliveira “
cantaremos Adriano”, de que resultou também a gravação de um CD.
No campo das artes performativas, temos para já confirmadas as presenças de Orbesirindo (projecto de spoken word de Rui Mário, Pedro Hilário e Rui Zilhão)
Breve História da Alagamares em
e Vanessa Muscolino
LOCALIZAÇÃO
Chegando a Sintra, de carro, deve estacionar ou junto ao Centro Cultural Olga Cadaval, ou na zona perto do jardim da Correnteza e andar uns 50m na R.Heliodoro Salgado (pedonal), onde a 10m da Pastelaria Tirol e do mesmo lado da rua há uma rampa de acesso ao antigo ginásio do Sport União Sintrense. Ver imagem abaixo, indicando o acesso com X.
Autocarros da Scotturb desde Cascais 403, Fontanelas 441, Oeiras 467. Horários em
Comboios- Estações da Portela de Sintra e Sintra (preferencial).Horários em
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Mais uma árvore abatida
Na senda dos abates de árvores, foi agora a vez de um chorão emblemático em Gouveia. Imagens de Maria do Céu Raposo.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Tertúlia no Saudade
Reportagem da tertúlia da Alagamares sobre os Templários no Sintra Canal em:
http://www.sintracanal.tv/ html/?v=wIPa1aW05j
Depois da tomada de Sintra aos mouros, em 1147, tratou D. Afonso Henriques de entregar a guarda da vila à Ordem do Templo. Assim, através de um documento de 1157 dirigido a D. Gualdim Pais, Grão-Mestre da dita Ordem, ficaram os Templários como primeiros donatários de Sintra.Sexta feira 13 de Janeiro, e com elevada participação, a Alagamares evocou a presença templária em Sintra e suas influências, numa tertúlia no Café Saudade, tendo sido orador o escritor João Rodil.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Ainda as árvores:podas e substituições
Continua na ordem do dia a polémica (mesmo incompreensível)
intervenção que os serviços camarários vão fazendo em diversas árvores no
centro de Sintra. Apesar de a única comunicação pública ter sido feita pela
Câmara Municipal através do seu website referindo que “A Câmara Municipal de
Sintra deu início à substituição de árvores que se encontram em deficientes
condições fisiológicas para permanecer em locais públicos, após estudo
efectuado pelo Instituto Superior de Agronomia.” , nunca até ao momento isso se verificou.
Se estas acções se revestem de grande controvérsia, embora
possam ser aceites mediante possíveis pareceres técnicos, inqualificável a
todos os títulos é a forma de procedimento por parte da instituição que mais
deveria zelar pelo património cultural à sua guarda.
No entanto, se reflectirmos um pouco, concluímos que este
património “em risco” foi substituído de forma semelhante, por exemplo, à cobertura
do café Paris, bem no Centro Histórico, num passado recente. Embora propriedade
privada, encerra em si interesses bem públicos, quanto mais não seja pela
arquitectura do lugar.
Significará por estas bandas “substituição” o mesmo que
“remoção”? E que coerência existe, por exemplo, também em relação ao Vale da
Raposa, autêntico matagal e depósito de lixo, em perigo claro de incêndio nos
meses de Verão, posição já assumida pelas corporações de Bombeiros? Não haverá
aqui risco eminente para a segurança pública? É privado, eu sei mas… que raio!
Então servirá só a fiscalização para intervir em situações menores e por vezes
caricatas?
Coincidência ou mera curiosidade, aquando de umas pesquisas que
estou a desenvolver na imprensa regional sintrense, encontrei estes artigos no
jornal Ecos de Sintra de 1946.
Vale a pena ler e verificar como estas questões que nos assolam
a paciência nos dias de hoje, já levavam à irritação os nossos antepassados de
há 65 anos, até mesmo na capital. Também neste particular, e infelizmente para
nós, a imprensa regional era outra…
E já agora, o que se faz
à lenha das árvores abatidas? Em 1946 era vendida em hasta pública…
Oxalá que daqui a 65 anos as coisas estejam bem diferentes!
Ricardo Duarte.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Jantar de Natal
Como habitualmente e com uma meia centena de associados e amigos, decorreu no dia 17 de Dezembro, desa feita, na Adega do Cozinheiro em Galamares o tradicional jantar de Natal. A todos os nossos associados e amigos, Feliz Natal e auspicioso 2012!
domingo, 18 de dezembro de 2011
Visita ao Chalé da Condessa
Precedendo o tradicional jantar
de Natal, um grupo de associados da Alagamares visitou o Chalé da Condessa,
para, de certa forma completar um ciclo de luta pelo seu restauro iniciado em
2006 e que durante cinco anos se manteve em prol da recuperação que hoje é
visível no edifício e jardins, em breve o mesmo sucedendo com os interiores. Um
exemplo de como quando o Verbo encontra eco na Verba a obra cresce e avança. Na
secção Documentos deste site pode ser consultado o dossiê das iniciativas que
devolveram este exemplar do Romantismo à plena fruição dos portugueses e dos
visitantes em geral.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Decisões da reunião da Alagamares de 6 de Dezembro
Informar os associados da vida interna da Alagamares é também um dever, e assim, regularmente passaremos a dar conta das nossas decisões e propostas mais relevantes. Aqui vão as principais decisões da reunião directiva de 6 de Dezembro:
1. Foram designados Filipe Fiúza e João Aguiar como representantes da Alagamares no Conselho Geral da Escola D.Fernando II, em Sintra.
2. Foi deliberado que a quota anual em 2012 será de 12 euros, tendo sido designada uma Comissão para promover e agilizar os procedimentos relativos à cobrança das mesmas e actualização do ficheiro de sócios nos próximos 2 meses, de acordo com as sugestões apresentadas.
3. Foi deliberado contactar empresas e privados que queiram contribuir para os nossos eventos, e adopção de um critério de selecção de eventuais parcerias e apoios, a concretizar em apoio financeiro, ou para aquisição de equipamentos e materiais úteis para a associação.
4. Foi deliberada a adopção de um novo logótipo, indo recolher-se propostas para decisão sobre o mesmo.
5. Foi decidido promover em 2012 o Prémio Literário da Alagamares na categoria “Conto”, estando a ser elaborado o respectivo regulamento, sendo este um dos temas a submeter à consideração do Conselho Consultivo de 28 de Janeiro.
6. Foi deliberado tomar posição pública sobre o abate de árvores em Sintra, e a ausência de replantação subsequente, bem como insistir na necessidade de mais e maior informação por parte das entidades a respeito destas iniciativas.
7. Foi comunicado que com a colaboração da Parques de Sintra-Monte da Lua se efectuará uma visita técnica da Alagamares e convidados ao Chalé da Condessa, no dia 17 de Dezembro, tendo em conta a postura da associação como “stakeholder” e parceiro da sociedade civil, no âmbito do acompanhamento deste processo cívico.
8. Ficou definido que neste mandato as reuniões de Direcção alargadas se realizarão mensalmente e às terças-feiras, tendo sido agendadas todas as que ocorrerão até Junho: 10 de Janeiro, 7 de Fevereiro, 6 de Março, 3 de Abril, 5 de Maio e 5 de Junho.
9. Foi aprovado o calendário e os eventos a levar a efeito no primeiro semestre de 2012, que será divulgado apenas no mês anterior a que digam respeito. Adianta-se que serão um total de 21 iniciativas, entre workshops, visitas culturais e ambientais, palestras, colóquios e intervenções cívicas e artísticas.
10. Foi decidido convocar uma primeira reunião dos órgãos sociais com o Conselho Consultivo para o dia 28 de Janeiro de 2012.
11. Foi decidido proceder a reformulações no site e newsletter, já de acordo com a nova imagem visual que com o contributo de todos venha entretanto a ser aprovada.
12. Foi deliberado agendar desde já uma Assembleia Geral Ordinária para o dia 20 de Março de 2012, viando a aprovação de contas, alteração aos estatutos e outros temas entretanto apresentados.
13. Foi decidido que os locais dos eventos ficam em aberto, e a cargo da equipa que os levar a efeito, podendo os de interior ocorrer em espaços municipais, bares, colectividades, bibliotecas ou escolas.
14. Foi decidido que na reunião de Maio se fará o agendamento de eventos até Setembro/ Outubro.
15. Foi decidido que cada evento terá uma equipa com pelo menos 1 responsável e 2 a 3 colaboradores, que podem ser dos órgãos sociais ou não, desde que sob a responsabilidade do elemento de contacto.
16. Foi decidido que à semelhança do praticado em direcções anteriores, de cada evento no seu final será apresentado um relatório para conhecimento da reunião directiva do mês seguinte ao evento, contendo o nome do evento, responsáveis, objectivos pretendidos e conseguidos, fragilidades, nº de participantes, custos e receitas, e respectivos comprovativos. Os aspectos financeiros serão sempre colocados pelos coordenadores ao presidente e tesoureiro antes, durante e depois do evento.
17. Foi feita uma saudação à nossa vogal Susana Gaspar por ter sido designada para a coordenação do grupo 19, de Sintra, da Amnistia Internacional.
Sintra, 6 de Dezembro de 2011
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