sábado, 12 de novembro de 2011

Abate de árvores em Sintra: a razia continua

NA VILA VELHA (Fotos de Pedro Macieira)
NA RUA D.JOÃO DE CASTRO(Fotos de Ricardo Duarte)
Aqui já pouco resta a fazer, senão replantar. Mas pergunta-se: se estavam doentes, quem as deixou de tratar ou esqueceu-se de espaço para rega, ou mesmo danificando raízes quando se realizaram obras no subsolo? Matar quem se deixa morrer é desculpa que nada justifica.

Reacções:

Estamos juntos.Esta informação deverá circular por todos os meios de informação local com o apoio das várias entidades que se manifestarem e se indignarem com esta medida anti paisagem natural património mundial.
A nossa sugestão deverá passar por um esclarecimento aos sintrenses para que inviabilizem esta violação ao ambiente e à paisagem do concelho de Sintra.
Cumprimentos
Casa das Cenas - Educação pela Arte

Amigos
Abater árvores é competição nacional a que muitas câmaras procedem. As árvores tiram o sol às casas, as folhas caídas são fatores de lixo, obrigam à anual despesa da poda, incomodam os peões se estão implantadas nos passeios, são esconderijos de pássaros que nos cagam sobre a cabeça e abrigos onde imorais sujeitos e velhos com a próstata grande mijam. Logo, é cortá-las bem cortadas, esfaqueá-las, matá-las. Quanto mais betão erguermos e árvores destruirmos mais saudável e abençoada será a nação.
Talvez por isso, quando há algum tempo a Alagamares reclamou sobre um futuro corte das árvores de Colares, os "donos" delas disseram que era mentira, falsidades e estivessem tranquilos que consultariam a Alagamares se um dia pensassem nisso. Segundo me recordo escrevi para vocês a dizer que isso era mentira para embaciar os espíritos crédulos. Assim parece. Os carrascos das árvores vêm escondidos na noite ou pela madrugada e zás, limpam-lhes o sebo. Quando o cidadão acorda vê que a paisagem foi roubada, saqueada. Faz queixa. Ninguém o escuta. Porquê? Em Portugal o cidadão não é um cidadão mas uma bosta. É democrático.
Com todo o respeito e agradecido pelo vosso esforço
António Sales

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