terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Lançamento literário da Alagamares

No início de uma semana que culminará com a festa do 7º aniversário, no dia 9 de Março, a Alagamares promoveu no café Saudade, dia 5 de Março o lançamento em Sintra do último romance de Sérgio Luís Carvalho, "O Segredo de Barcarrota", com apresentação de Miguel Real, e a presença do autor.





Sérgio Luís Carvalho licenciou-se em História (1981) e é mestre em História Medieval (1988).Foi  Director Científico do Museu do Pão.
Publicou os romances “Anno Domini 1348” (Edição C. M. S., 1990; Prémio Literário Ferreira de Castro 1989; finalista do Prémio Jean Monnet de Literatura Europeia, Cognac 2004 e finalista do Prémio Amphi de literatura Europeia Lille 2005), “As Horas de Monsaraz” (Campo das Letras, 1997), “El-Rei-Pastor” (Campo das Letras, 2000), “Os Rios da Babilónia” (Campo das Letras, 2003), “Retrato de S. Jerónimo no seu Estúdio” (Campo das Letras, 2006), entre outros, sendo a sua obra mais recente “O Destino do Capitão Blanc”(Planeta,2009,
Alguns dos seus romances estão traduzidos e publicados em França e Espanha. É ainda autor de vários livros de investigação histórica e literatura juvenil.Entrevista para o site da Alagamares-Associação Cultural em:

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Visita ao Museu do Fado

Dentro do espírito de conhecer locais e instituições dedicados à Cultura, a Alagamares promoveu no dia 12 de Fevereiro uma visita ao Museu do Fado, onde no final, houve ocasião de escutar algumas interpretações na voz de Maria Amélia Proença


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

7º Aniversário da Alagamares

9 de Março, a partir das 20h, no Ginásio do Sintrense, na Estefânea, em Sintra,festa de aniversário da associação, durante a qual se homenagearão algumas figuras da vida cultural e cívica sintrense. Com música, poesia e participações várias e serviço de bar. ENTRADA LIVRE.

Para já a revelação de três nomes da Cultura e Cidadania que iremos homenagear, a saber:
CATEGORIA ARTES PERFORMATIVAS 
FILOMENA OLIVEIRA 



Filomena Oliveira é autora de Tomai lá do O’Neill (C. Teatro de Sintra, 1999; Teatro Auditório de Benfica, 2008) e da adaptação dramatúrgica de A Relíquia, de Eça de Queirós, levada a cena no Teatro Ibérico, em 2010, encenada pelo brasileiro Onivaldo Dutra, e, com Carlos Carvalheiro, da adaptação dramatúrgica, sob o título "Viriato", de A Voz dos Deuses, de João Aguiar (Castelo de Almourol, 2000, Companhia de Teatro Fatias de Cá, Tomar). É ainda autora da tradução e da versão dramatúrgica de O Alquimista de Ben Jonson (Quinta da Regaleira, 2005, Teatro Tapafuros).
Foi professora na Escola Superior de Educação de Coimbra, entre 2000 e 2005, na licenciatura de Teatro, trabalhando com Manuel Guerra e António Mercado. Em Coimbra, orientou ainda ateliers de teatro na Oficina Municipal de Teatro, tendo encenado dois espectáculos da sua autoria para a infância e juventude: O Labirinto e o Minotauro e Ítaca.
Concebeu e orientou o Programa de Expressão Dramática para o Curso de Professores do Instituto Pedagógico da cidade da Praia em Cabo-Verde (2004).
Apresentou comunicações nos Encontros de Teatro Ibérico, realizados no Teatro Garcia de Resende em Évora, entre 2003 e 2008, no âmbito do Fórum Teatral Ibérico, tendo sido formadora na Escola Superior de Teatro e Dança de Badajoz.
Em 2008 adaptou e encenou para o CENDREV, de Évora, o romance Memórias de Branca Dias, de Miguel Real, representado por Rosário Gonzaga, em digressão por todo o país. Em conjunto com Miguel Real é autora de:
- Adaptação dramatúrgica de Memorial do Convento, de J. Saramago, encenação Joaquim Benite (Teatro da Trindade, 1999, Companhias de Teatro de Almada e de Sintra,) e de uma versão para cinco actores, encenação Filomena Oliveira no Palácio N. de Mafra, (TNDMII, 2007/08; Éter-Produção Cultural, 2010);
- Os Patriotas, peça de teatro sobre a Geração de 70 e o Ultimato de 1890, encenada por Filomena Oliveira (Quinta da Regaleira, Sintra, 2001);
- O Umbigo de Régio, espectáculo apoiado pelo Ministério da Cultura com encenação de Filomena Oliveira (Teatro da Trindade e Barraca, 2003);
- Liberdade, Liberdade!, espectáculo sobre os presos políticos no Estado Novo, apoiado pelo Ministério da Cultura, encenado por Filomena Oliveira, Sintra, 2004 e bar do Teatro da Trindade, 2006 (Teatro Tapafuros);
- 1755. O Grande Terramoto, encenação de Jorge Fraga (Teatro da Trindade, 2006);
- Vieira – O Céu na Terra, na comemoração do quarto centenário do nascimento de Padre A. Vieira, com produção do Teatro Nacional D. Maria II, encenação de Filomena Oliveira (Ruínas do Carmo, Lisboa, Verão de 2008); e Vieira – O Sonho do Império (Museu do Teatro, Lisboa, 2009/10, Éter-Produção Cultural);
- Adaptação dramatúrgica de Os Maias, de Eça de Queirós, encenação de Filomena Oliveira (Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra, 2010, Éter- Produção Cultural);
- Uma Família Portuguesa, Grande Prémio do Teatro da Sociedade Portuguesa de Autores/Teatro Aberto, levada à cena no Teatro Aberto, com encenação de Cristina Carvalhal (2010), espectáculo seleccionado para o Festival de Teatro de Almada e para um Festival de Teatro na Finlândia.

Em Janeiro de 2012, estreou o espectáculo NAVEGAR, CAMÕES, PESSOA E O V IMPÉRIO, escrita com Miguel Real, em cena no Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa, com música original de David Martins, pela ÉTER - Produção Cultural.


CATEGORIA CIDADANIA

FERNANDO SOUSA
 
Fernando Sousa, natural de Sintra, onde nasceu em 1952, estudou Direito, é jornalista e dramaturgo. Trabalhou nos jornais Tempo, Diário de Notícias e Público, e foi correspondente e colaborador de noutros periódicos, nacionais e regionais. Foi ainda crítico de teatro e de literatura. Na dramaturgia, o seu trabalho tem-se centrado na temática da guerra colonial. Membro da Amnistia Internacional desde 1985, fundou em 1991 o Grupo 19, em Sintra, estrutura que coordenou duas vezes e que desde então abraçou com determinação causas como Timor-Leste, nos anos de 1990, e a libertação de inúmeros prisioneiros de consciência, incluindo recentemente oito na Guiné Equatorial. Formou ainda ao longo das últimas décadas milhares de estudantes do concelho na área dos Direitos Humanos. Nesta data é jornalista freelancer e escritor, actividades que exerce a par ainda da colaboração com as estruturas nacionais da Amnistia Internacional Portugal. 

CATEGORIA LITERATURA

JORGE TELLES MENEZES

Poeta, tradutor, dramaturgo, cultor de spoken word. Sintra estruturou a sua existência. O verdadeiro cosmopolita é o mais puro defensor da tradição. Cresceu como ser humano quando traduziu Martin Heidegger e William Faulkner. De poesia publicou os livros In einer Fremden Stadt e Selenographia in Cynthia. É contra a civilização do petróleo, só usa transportes públicos. Recentemente editou Novelos de Sintra, de que se disse “ Um homem, uma mulher, uma montanha, uma casa, todos os outros homens e todas as outras casas, aldeias pequenas, médias e grandes e uma cidade. Sem nomes, eles são arquétipos das relações entre os humanos e entre estes e o património natural e construído. A meio do novelo, escapa contudo um topónimo que lhe retira o carácter universalista, pois afinal a utopia tem um nome – «Acordou no paraíso que o homem roubou para a terra ao reino de Deus: a montanha de Sintra». Desdenhando da necessidade de conceder verosimilhança à sua narrativa, o autor aproxima a sua novela da tradição de realismo fantástico – e não pede sequer permissão ao leitor para lançar para a cena personagens improváveis vivendo situações impossíveis. Se quisermos aproximar a novela de Telles de Menezes de um referente português, poderemos sem dúvida fazê-lo em relação às novelas de José Saramago, que aspiram a afirmar-se, segundo o Nobel luso, como «um espaço criativo onde devem estar o ensaio, o drama, a filosofia, a ciência», oferecendo-se como «um depósito da sabedoria humana»
Está presentemente empenhado na revista literária online Selene-Culturas de Sintra





Passando este ano 25 anos da morte de Zeca Afonso e 30 da de Adriano Correia de Oliveira, artistas vários farão uma homenagem musical, no contexto do Projecto Maiores que o Pensamento, plataforma de associações que por todo o país no ano de 2012 promoverá eventos e celebrações.

Alguns participantes já confirmados:

FRANCISCO NAIA E AMIGOS :PROJECTO RE-NASCER

Francisco Naia, Voz 
José Carita,Guitarra
RicardoFonseca,Guitarra e Viola Campaniça
Gil Pereira: Contrabaixo
Jorge Costa: Saxofone e Flauta Transversal
VÍTOR SARMENTO

Amante da música portuguesa desde que em 1973 começou a ouvir  e a cantarolar Sérgio Godinho e José Afonso.No final de 1974 colaborou com o Grupo Cultural de Unidade Popular (GCUP). Em 1975, colaborou com um grupo de jovens que percorriam algumas zonas do país a tocar e cantar canções da Revolução.Entre 1997 e 1999, integrou o grupo Três de Abril;
No ano 2000 ajudou a criar o grupo Erva de Cheiro.Foi o criador de vários projectos musicais, destacando-se o projecto “30 anos-30 canções de Abril” em 2004, o tributo a Adriano Correia de Oliveira “Cantaremos Adriano” em 2007. Com o grupo  Erva de Cheiro, o tributo a José Afonso “ Que viva o Zeca” em 2007 e no  ano de 2009 com o projecto “ Das mais belas canções de Abril”.
Participou na gravação de 3 CDs. Actualmente com 54 anos de idade, para além de continuar a cantar a solo sempre que se proporciona, participa no projecto  musical “ Cantadores da Rusga”, composto por 4 elementos.

JORGE JORDAN

Jorge  Jordan  nasceu em Lisboa e 10/06/56.Com 13 anos fez parte do Coro da Escola Francisco de Arruda, tendo estado nessa qualidade na RTP, por ocasião do dia de Portugal em 1969. Participou na Oficina de Samba da comunidade Afro- Brasileira. Com Pedro Vallenstein compões as musicas para as peças; Galieleu  Galilei e Ananuke, no Teatro S.Luiz e várias Escolas Secundárias, tendo também participado como actor. Tem vários poemas musicados de Marquesa de Alorna, Eugénio de Andrade, Francisco Vasconcelos
Nos anos 74/76 colaborou com o Grupo de Acção Cultural (GAC). Em vários momentos participou em várias sessões de canto livre a par de José Jorge Letria, Afonso Dias, Francisco Fanhais, Vitorino, Samuel, Duarte, Tino Flores. Em 2000 juntou-se ao Grupo Erva de Cheiro.Em 2004 participa no projecto “30 anos- 30 canções de Abril”.Em 2007 participa na gravação do 2º CD do Erva de Cheiro “ Que viva o Zeca”, tendo participado nos cerca de 20 espectáculos deste tributo.Também em 2007, com outros músicos, participa no tributo a Adriano Coreia de Oliveira “ cantaremos Adriano”, de que resultou também a gravação de um CD.
No campo das artes performativas, temos para já confirmadas as presenças de Orbesirindo (projecto de spoken word de Rui Mário, Pedro Hilário e Rui Zilhão)
Poesia e leitura de textos por Susana C.Gaspar   
e Vanessa Muscolino
Breve História da Alagamares em



LOCALIZAÇÃO
Chegando a Sintra, de carro, deve estacionar ou junto ao Centro Cultural Olga Cadaval, ou na zona perto do jardim da Correnteza e andar uns 50m na R.Heliodoro Salgado (pedonal), onde a 10m da Pastelaria Tirol e do mesmo lado da rua há uma rampa de acesso ao antigo ginásio do Sport União Sintrense. Ver imagem abaixo, indicando o acesso com X.

Autocarros da Scotturb desde Cascais 403, Fontanelas 441, Oeiras 467. Horários em
 

Comboios- Estações da Portela de Sintra e Sintra (preferencial).Horários em



segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Mais uma árvore abatida

Na senda dos abates de árvores, foi agora a vez de um chorão emblemático em Gouveia. Imagens de Maria do Céu Raposo.
                                 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Tertúlia no Saudade


Reportagem da tertúlia da Alagamares sobre os Templários no Sintra Canal em:
http://www.sintracanal.tv/html/?v=wIPa1aW05j
Depois da tomada de Sintra aos mouros, em 1147, tratou D. Afonso Henriques de entregar a guarda da vila à Ordem do Templo. Assim, através de um documento de 1157 dirigido a D. Gualdim Pais, Grão-Mestre da dita Ordem, ficaram os Templários como primeiros donatários de Sintra.
Sexta feira 13 de Janeiro, e com elevada participação, a Alagamares evocou a presença templária em Sintra e suas influências, numa tertúlia no Café Saudade, tendo sido orador o escritor João Rodil.



domingo, 1 de janeiro de 2012

Ainda as árvores:podas e substituições



Continua na ordem do dia a polémica (mesmo incompreensível) intervenção que os serviços camarários vão fazendo em diversas árvores no centro de Sintra. Apesar de a única comunicação pública ter sido feita pela Câmara Municipal através do seu website referindo que “A Câmara Municipal de Sintra deu início à substituição de árvores que se encontram em deficientes condições fisiológicas para permanecer em locais públicos, após estudo efectuado pelo Instituto Superior de Agronomia.”  , nunca até ao momento isso se verificou.
Ainda esta semana, na Correnteza diversas árvores foram substituídas por… calçada.


Se estas acções se revestem de grande controvérsia, embora possam ser aceites mediante possíveis pareceres técnicos, inqualificável a todos os títulos é a forma de procedimento por parte da instituição que mais deveria zelar pelo património cultural à sua guarda.
No entanto, se reflectirmos um pouco, concluímos que este património “em risco” foi substituído de forma semelhante, por exemplo, à cobertura do café Paris, bem no Centro Histórico, num passado recente. Embora propriedade privada, encerra em si interesses bem públicos, quanto mais não seja pela arquitectura do lugar.
Significará por estas bandas “substituição” o mesmo que “remoção”? E que coerência existe, por exemplo, também em relação ao Vale da Raposa, autêntico matagal e depósito de lixo, em perigo claro de incêndio nos meses de Verão, posição já assumida pelas corporações de Bombeiros? Não haverá aqui risco eminente para a segurança pública? É privado, eu sei mas… que raio! Então servirá só a fiscalização para intervir em situações menores e por vezes caricatas?
Coincidência ou mera curiosidade, aquando de umas pesquisas que estou a desenvolver na imprensa regional sintrense, encontrei estes artigos no jornal Ecos de Sintra de 1946.






Vale a pena ler e verificar como estas questões que nos assolam a paciência nos dias de hoje, já levavam à irritação os nossos antepassados de há 65 anos, até mesmo na capital. Também neste particular, e infelizmente para nós, a imprensa regional era outra…
E já agora, o que se faz à lenha das árvores abatidas? Em 1946 era vendida em hasta pública…
Oxalá que daqui a 65 anos as coisas estejam bem diferentes!
Ricardo Duarte.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Jantar de Natal

Como habitualmente e com uma meia centena de associados e amigos, decorreu no dia 17 de Dezembro, desa feita, na Adega do Cozinheiro em Galamares o tradicional jantar de Natal. A todos os nossos associados e amigos, Feliz Natal e auspicioso 2012!

domingo, 18 de dezembro de 2011

Visita ao Chalé da Condessa

Precedendo o tradicional jantar de Natal, um grupo de associados da Alagamares visitou o Chalé da Condessa, para, de certa forma completar um ciclo de luta pelo seu restauro iniciado em 2006 e que durante cinco anos se manteve em prol da recuperação que hoje é visível no edifício e jardins, em breve o mesmo sucedendo com os interiores. Um exemplo de como quando o Verbo encontra eco na Verba a obra cresce e avança. Na secção Documentos deste site pode ser consultado o dossiê das iniciativas que devolveram este exemplar do Romantismo à plena fruição dos portugueses e dos visitantes em geral.
Mais fotos:

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Decisões da reunião da Alagamares de 6 de Dezembro


Informar os associados da vida interna da Alagamares é também um dever, e assim, regularmente passaremos a dar conta das nossas decisões e propostas mais relevantes. Aqui vão as principais decisões da reunião directiva de 6 de Dezembro:

1. Foram designados Filipe Fiúza e João Aguiar como representantes da Alagamares no Conselho Geral da Escola D.Fernando II, em Sintra.

2. Foi deliberado que a quota anual em 2012 será de 12 euros, tendo sido designada uma Comissão para promover e agilizar os procedimentos relativos à cobrança das mesmas e actualização do ficheiro de sócios nos próximos 2 meses, de acordo com as sugestões apresentadas.

3. Foi deliberado contactar empresas e privados que queiram contribuir para os nossos eventos, e adopção de um critério de selecção de eventuais parcerias e apoios, a concretizar em apoio financeiro, ou para aquisição de equipamentos e materiais úteis para a associação.

4. Foi deliberada a adopção de um novo logótipo, indo recolher-se propostas para decisão sobre o mesmo.

5. Foi decidido promover em 2012 o Prémio Literário da Alagamares na categoria “Conto”, estando a ser elaborado o respectivo regulamento, sendo este um dos temas a submeter à consideração do Conselho Consultivo de 28 de Janeiro.

6. Foi deliberado tomar posição pública sobre o abate de árvores em Sintra, e a ausência de replantação subsequente, bem como insistir na necessidade de mais e maior informação por parte das entidades a respeito destas iniciativas.

7. Foi comunicado que com a colaboração da Parques de Sintra-Monte da Lua se efectuará uma visita técnica da Alagamares e convidados  ao Chalé da Condessa, no dia 17 de Dezembro, tendo em conta a postura da associação como “stakeholder” e parceiro da sociedade civil, no âmbito do acompanhamento deste processo cívico.

8. Ficou definido que neste mandato as reuniões de Direcção alargadas se realizarão mensalmente e às terças-feiras, tendo sido agendadas todas as que ocorrerão até Junho: 10 de Janeiro, 7 de Fevereiro, 6 de Março, 3 de Abril, 5 de Maio e 5 de Junho.

9. Foi aprovado o calendário e os eventos a levar a efeito no primeiro semestre de 2012, que será divulgado apenas no mês anterior a que digam respeito. Adianta-se que serão um total de 21 iniciativas, entre workshops, visitas culturais e ambientais, palestras, colóquios e intervenções cívicas e artísticas.

10. Foi decidido convocar uma primeira reunião dos órgãos sociais com o Conselho Consultivo para o dia 28 de Janeiro de 2012.

11. Foi decidido proceder a reformulações no site e newsletter, já de acordo com a nova imagem visual que com o contributo de todos venha entretanto a ser aprovada.

12. Foi deliberado agendar desde já uma Assembleia Geral Ordinária para o dia 20 de Março de 2012, viando a aprovação de contas, alteração aos estatutos e outros temas entretanto apresentados.

13. Foi decidido que os locais dos eventos ficam em aberto, e a cargo da equipa que os levar a efeito, podendo os de interior ocorrer em espaços municipais, bares, colectividades, bibliotecas ou escolas.

14. Foi decidido que na reunião de Maio se fará o agendamento de eventos até  Setembro/ Outubro.

15. Foi decidido que cada evento terá uma equipa com pelo menos 1 responsável e 2 a 3 colaboradores, que podem ser dos órgãos sociais ou não, desde que sob a responsabilidade do elemento de contacto.

16. Foi decidido que à semelhança do praticado em direcções anteriores, de cada evento no seu final será apresentado um relatório para conhecimento da reunião directiva do mês seguinte ao evento, contendo o nome do evento, responsáveis, objectivos pretendidos e conseguidos, fragilidades, nº de participantes, custos e receitas, e respectivos comprovativos. Os aspectos financeiros serão sempre colocados pelos coordenadores ao presidente e tesoureiro antes, durante e depois do evento.

17. Foi feita uma saudação à nossa vogal Susana Gaspar por ter sido designada para a coordenação do grupo 19, de Sintra, da Amnistia Internacional.

Sintra, 6 de Dezembro de 2011

domingo, 4 de dezembro de 2011

Tertúlia sobre a Guerra de África



Como previsto, decorreu na tarde de 4 de Dezembro uma tertúlia evocativa do ano de todos os perigos: 1961, agora que decorreram 50 anos de mudanças vertiginosas.
Em 1961 estava-se em plena crise dos misseis em Cuba, Kennedy subira ao poder nos Estados Unidos, atormentado pelo vendaval da história, no sentido democrático e descolonizador, Portugal vê rebentar conflitos armados em Angola, em Luanda e nas terras dos bacongos, perde de vez a Índia, assiste a revoltas palacianas como a de Botelho Moniz e motins como o do quartel de Beja. Incrédulo, o mundo acompanha o sequestro do Santa Maria, e compreende que algo vai mal no rincão à beira mal plantado.
Para analisar as causas e consequências de tudo isto, a Alagamares reuniu no Legendary Café, em Sintra, um animado grupo de tertulianos que, interessados, ouviram  histórias contadas por quem fez História, contadas por Carlos Matos Gomes, coronel comando e autor de vasta obra sobre a Guerra de África, e Rodrigo Sousa e Castro, capitão de Abril, membro do extinto Conselho da Revolução e responsável depois de Abril pela extinção da PIDE/DGS.
Foto de Pedro Macieira

sábado, 3 de dezembro de 2011

Onde pára o fontário manuelino?


Há muito desapareceu sem deixar rasto a fonte manuelina do Largo Afonso Albuquerque, em plena Estefânia de Sintra, e que durante muito tempo fez parte integrante da paisagem, facto que ninguém explica apesar dos protestos de vários sintrenses. Onde pára o fontário manuelino?